Avatar – O filme de 2009
Sinceramente, Avatar o melhor filme de 2009, tem tudo ganhar o número máximo de estatuetas do Oscar em março de 2010.
Assisti o filme na pré-estréia na última quinta-feira aqui em Uberlândia, em sala 3D, e realmente o filme me impressionou, tanto pela sua cenografia e efeitos especiais quanto por sua história e mística envolvida.
A história realmente é muito emocionante, mostra momentos de mística, eros, amor, guerra, redenção, etc. O filme te deixa pensativo durante um bom tempo.
“Tudo se passa em Pandora, um planeta distante, atrai a ganância de uma empresa mineradora, desejosa do valioso unobtanium. Rico em fauna e flora, o planeta abriga também a cultura nativa Na´Vi, ameaçada pela expansão humana. Nesse cenário, Jake Sully, um fuzileiro naval paraplégico, chega para auxiliar uma equipe de cientistas, controlando a distância seu avatar: um corpo Na´Vi projetado para que ele possa se integrar à cultura local. Mas com os interesses crescentes no planeta e a impaciência militar, Jake terá que escolher o lado que tomará no inevitável conflito”.
Com certeza esse filme se tornou um novo marco para os filmes de ficção científica.
Em reportagem da Gazeta temos algumas informações bem legais, veja alguns trechos desta com alguns complementos:
“A produção mais cara da história, com orçamento total de US$ 500 milhões e que levou 12 anos para ficar pronta, tem sido considerada um divisor de águas no cinema, ao menos em termos de tecnologia. Quem viu, sabe que animações recentes como Up – Altas Aventuras e Os Fantasmas de Scrooge são fichinha perto deste filme que utilizou tecnologias criadas especialmente para sua produção.
James Cameron mandou fabricar câmeras muito menores que as comumente utilizadas para filmar em 3D e, assim, pôde aprofundar a captação de movimentos e a profundidade de campo impressionante do cenário – mesmo que um pouco desfocadas, há cenas em que o espectador precisa mover o olhar pelos vários cantos da tela para dar conta de tantos detalhes paralelos ao primeiro plano.
A técnica motion capture, que transfere os movimentos e expressões de um ator para as telas em forma de imagem digitalizada, já vem sendo utilizada em animações desde o lançamento de O Expresso Polar (2004), de Robert Zemeckis. Mas, com a ajuda de um capacete acoplado a uma câmera, Cameron conseguiu tornar os azuis e esguios seres do planeta Pandora, assustadoramente semelhantes aos humanos.
Enquanto os atores atuavam diante de um fundo verde, Cameron os via em perfeita interação com os cenários criados em computador com a ajuda de uma nova câmera que ele encomendou ao estúdio Weta Digital, de Peter Jackson (da trilogia O Senhor dos Anéis, KingKong, Outlander, etc), algo inédito até então. Pela primeira vez, as cópias têm legendas em versão 3D que, se por um lado, ainda ficam desfocadas se misturam por vezes às imagens, por outro, permitem ver o filme sem a necessidade de dublagem. (a versão da pré-estreia aqui no Cinemais foi exibida na versão dublada, versões legendadas só na versão 2D, mas ainda quero assistir para ouvir as vozes originais com expressões e tonalidade originais)”.
Em suma, a tecnologia é sofisticada e oferece um visual belíssimo, como a floresta que por vezes lembra uma discoteca de luzes psicodélicas, o roteiro é armado sobre um conjunto de clichês de filmes convencionais, mas a sua mística é envolvente, a duração do filme de quase três horas, mas você torce a cada cena para não ser o final.
Eu recomendo, eu vou ver de novo, e quero ouvir depois os seus comentários.
Paz e Cine!!!
























