Eu? Em 12 vezes sem churros, faz favor!
Vai lá, num só ar. Prendeu? Fui… Poliglota, politeísta, poligâmico, polêmico, polissêmico, proletário, paranormal, popular (?), pão mole, pau duro (sempre quando dá). Crônico, tendinítico, serotoninérgico, romântico, apostólico, ateu. Bobeou, dá eu. Coiso. Mas não qualquer coisa. Só coisa nenhuma. Viver a saber coisas. Fuder a meter coisas. Sou todo coisativo. Meus Deus é um Ovo. Rezo pro Ovo. Meu ovo, meu pinto, projeto de galinha, de canja, imagem e semelhança de almoço de domingo. Autoajuda e exorcismo para dias de ventania. Cabeleira e despenteio para noites de vendaval. Bundas, tetas e sogras pro carnaval. Sorriso que não cabe e olhar que não pisca; vendo tudo e só olhando pro Himalaia, pro Nepal. Hiperativo/depressivo. Bipolar. Coxas bambas, IronMan, hedonista. Bom filho, imediatista. Indecente, incoerente e inconsequente. Pai enterrado. Péssimo namorado. Ácido úrico, osso quebrado. Cicatriz de espinha, queda de cabelo, medalhas, balinhas na Americanas. Muitos foras, belos gols, uma viagem para a América do Sul de bike. Beethoven, axilas, ipod e Pink Floyd. Falho, fálico, infantil. Kant, cântico, anal, imbecil. Ana Maria e Ana Clara. Cartas de amor? Nunca mais. Cantadas em filas de banco? Every time. Brega/pagodeiro, suor na testa oleosa. Dia inteiro. Vizinha de calcinha. Broxada inesquecível. Síndrome do pânico, religião, remédio, sedução, tentativa de revolução, recuperação no fim de ano. Feio, pobre, ruim de briga e bairro longe. Macho? Cado. Paçoquinha? Duas! Pra criação e procriação. O resto? Te devo; pendura, meu irmão.
Renato Cabral - Renato Cabral é ruminante inveterado. oruminante@gmail.com

























Muito bom!Soa a espontaneidade da vida que lhe aconteceu…