Retrospectiva totalmente excelente de um ano completamente maluco
E começou a contagem regressiva pra 2012, em ritmo de festa! Geral comprando roupa branca, planejando simpatias esquisitas, fazendo mil planos e promessas (emagrecer, ganhar na Mega, mudar de operadora, tentar ganhar na Mega de novo, mudar mais uma vez de operadora…) e é claro, se endividando como se não houvesse amanhã. Rá!
2011 foi um ano muito maluco, a começar pelo governo DilMÁ. Em menos de 12 meses, 6 ministros caíram por falta de vergonha na cara, ou seja: corrupção (o resto já está providenciando a mesma proeza pra 2012). Na indústria mundial de bebidas alcoólicas houve uma redução dramática nas vendas, foi só uma cidadã britânica de nome Amy Winehouse – consumidora da metade da linha – cair dura que a indústria teve seu faturamento reduzido pela metade. Loucura, loucura, loucura.
Outras mortes célebres: Steve Jobs (criador das maçãs mais superfaturadas do planeta), Osama (ex-líder da Al-Qaeda – mais conhecido por ser o idealizador e popularizador do vlog), Orkut (uma rede social que até ontem todo mundo achava uma maravilha), Muamar Kadafi (símbolo fashion do continente africano) e Charile Harper (o rei da sacanagem e da ressaca, ídolo de toda uma geração cafajeste).
Outros fatos: o Rock In Rio, por incrível que pareça, aconteceu no Rio e com direito a barraco e tudo – do jeitinho que carioca gosta. E a Sandy heim?! Revelou seu lado devassa pela primeira vez: “é possível ter prazer anal” safadiiiiinha.
O 1º de abril de 2011 foi o mais memorável de todos os 365 dias. Ainda era cedo, quando a presidentE Dilma sancionou a lei que obriga funkeiros e demais seres de gosto musical duvidoso a utilizaram fones de ouvido nos busão. Fato histórico. No mundo mágico da TV aberta uma grande notícia: Sônia Abrão e Márcia Goldschmidt saíram do ar (ambas mudaram de país, foram torrar de tédio os mexicanos, comentando novelas e fazendo furos diários de reportagem com os brazuca que tentam entrar no United States of America pela fronteira). Rá!
Na música, as bandas brasileiras Cine, Restart e NX Zero saíram em turnê juntas pelo Brasil, mas quando chegaram no Rio Grande do Sul, decidiram ficar por lá mesmo, FODA tchê!
Essa foi a retrospectiva 2011… baseada em fatos ridicularmente reais (e outros nem tantos assim). Até 2012, em ritmo de festa (ou ressaca?)!
Marcelo Rezende - Marcelo Rezende é redator, músico meia-boca e ciberviciado master. Interessa-se por jornalismo cômico e por gafes alheias de pseudo-celebridades. Prefere CQC à Pânico e Tiririca à Dilma. Blog.

























Acho que as mortes de Steve Jobs e Amy e o fenomeno Adele foram marcas de 2011
2011 foi um ano muito pessoalmente bom. No mais, para mim, o que mais importante aconteceu foi a primavera árabe…
Visite:
http://www.palavrashermeticas.blogspot.com/
Esse ano já me deixou de ressaca… Que venha mais ridiculisses. E o Bruno lembrou bem. O que realmente marcou 2011 foi a Primavera Árabe, iniciada pela autoimolação de Mohamed Bouazizi, o grande mártir da liberdade. Olha, a capa da Times (a personalidade do ano escolhida por esse veículo capitalista) estampou um rapaz com máscara, protestando… é o manifestante, que no Brasil ganhou uma versão duvidosa e polêmica na USP, com estudantes quebrando tudo na Reitoria ao exigir a ausência da polícia no campus. Que ano!