Campanha Janeiro Branco – Mudar para ser feliz

Marcar o mês de Janeiro como o mês dedicado às reflexões sobre a Felicidade humana é muito importante. Todos nós sabemos que a humanidade não está bem da cabeça. Nem do coração. Muito menos da alma. Uma prova disso é o alerta que a Organização Mundial de Saúde (OMS) tem feito a todas as pessoas: as taxas de suicídios em todo o mundo não param de crescer.

Hoje, ao redor do mundo, uma pessoa se mata a cada 40 segundos. Não precisamos citar nem mesmo as guerras, os conflitos internacionais ou os atentados terroristas. Algo muito pior do que isso está acontecendo: cada vez mais, segundo a OMS, as pessoas estão desistindo de querer viver. E se o suicídio era um fenômeno mais presente apenas entre homens e adultos, agora sua ocorrência está se ampliando entre mulheres e crianças.

E isso nos leva a questionar: que sociedade é essa em que as próprias crianças também estão desistindo de querer viver?

Em uma sociedade marcada pelo crescimento das taxas de depressão, ansiedade, comportamentos obsessivos e compulsivos, além da ampliação das taxas de suicídios, achamos que uma campanha como a Campanha Janeiro Branco pode ser muito importante.

Ela tem o poder de provocar reflexões e discussões em meio às pessoas, colocando todos para pensar em “qual é o sentido da vida?”, “o que podemos fazer com o tempo que temos em mãos?” e, melhor ainda, “o que podemos fazer para garantir que as pessoas sejam, verdadeiramente, felizes?”.

Uma coisa é verdade: as pessoas não têm sido, verdadeiramente, felizes. Grande parte da humanidade tem vivido apenas a “representação da felicidade” – mas não a felicidade em si, a felicidade legítima, genuína e espontânea. A felicidade que significa paz de espírito, equilíbrio emocional, percepção de que a vida possui um sentido, gratidão por existir e coisas do tipo.

Para muitas pessoas, viver tem sido um fardo, um peso a ser carregado ao longo dos dias. A Campanha Janeiro Branco, portanto, propõe as seguintes questões a todos:

1 – O que é felicidade e o que podemos fazer para nos aproximarmos, autenticamente, dela?
2 – Em que as Práticas, usos e costumes da nossa cultura contribuem para nos afastar ou nos aproximar da felicidade?
3 – Por que a ansiedade, a depressão e o suicídio estão crescendo em meio aos homens?
4 – Como podemos aproveitar o início de um ano novo para planejarmos ações, comportamentos e mudanças de pensamentos favoráveis à concretização da felicidade em nossas vidas?
5 – Como podemos terminar um ano com a sensação de que voltamos a ser felizes e voltamos a colaborar para felicidade de toda a humanidade?

Por causa de todas essas reflexões e esses questionamentos é que acreditamos que o Janeiro Branco pode ser a campanha mais importante da humanidade.

O Janeiro Branco pode ser o momento simbólico em que as pessoas param para pensar sobre si mesmas, as condições nas quais vivem e o que querem para suas vidas. O momento em que a sensação que todos têm é a de que o tempo está a seu favor, uma vez que o ano está apenas começando.

A sensação de que podemos mudar o que quisermos em nossas vidas, bastando, para isso, nos organizarmos e até mesmo buscarmos ajuda ao longo do ano – de todo um ano que se abre a nossa frente!

A Campanha Janeiro Branco tem o apoio do Página Cultural.

Página Cultural

Para contribuir com ideias, sugestões e informações, use o e-mail: pagcultural@gmail.com.

Sem comentários; deixe o seu:

Seu comentário é importante!

Your email address will not be published.

Você pode usaratributos e tags HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>