Complacência

Não sei se faz sentido a plenitude
Mesmo com vil pensamento
Sobre o amanhã
Que desabrocha
Esquecendo aos poucos
As pegadas que se formaram
É de enlouquecer a sensatez
Imediata e intrépida
Como se livre das agruras
O amor sobrevivesse intacto
Ah… essa coisa chamada alma!
Reverbera a foice e seu próprio jugo
Porque lhe faz julgamento
Da insanidade
E crê estar acima de tudo
Talvez esteja
No fim, as flores sempre murcham
Mesmo que, depois, renasçam.

Christyene Alves Faleiros

Christyene Alves Faleiros

Christyene Alves Faleiros é poeta, cronista, mestre de Reiki e advogada. Tem poemas publicados na antologia "Camarinhas de Poesia" e comanda o blog Prosa Verso e Encanto.

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