Estamos preparados para o pré-sal?

Passado mais de um mês desde o desastre, não há cálculos do tamanho do impacto do vazamento nos ecossistemas do Golfo do México. Se tomarmos como exemplo outros derramamentos semelhantes, a dimensão é assustadora. Recente estudo em cima do desastre com a plataforma Exxon Valdez, por exemplo, concluiu que a vida selvagem do Alasca ainda está ingerindo o óleo derramado 20 anos atrás. O que esperar, então, de um vazamento que já passou do dobro do tamanho do Alasca e que promete se estender por meses? O Greenpeace defende o estabelecimento de Áreas de Marinhas Protegidas, o fim da exploração de combustíveis fósseis e o estabelecimento de uma matriz energética limpa e renovável, que garanta um futuro seguro não só para a humanidade, mas para todas as formas de vida que ainda resistem.

“Precisamos saber o que pensa o governo brasileiro em relação ao pré-sal, quando vêem o tamanho do problema nas mãos da BP. Este é um sinal mais do que claro de que o homem não tem conhecimento, nem capacidade, de continuar explorando recursos fósseis”. Mikael Freitas, da Campanha de Oceanos do Greenpeace no Brasil.

Veja matéria completa no site do Greenpeace.

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1 Comentário

  1. Meus caros, o Green Peace é sediado na Holanda, um país rico, que devastou o meio ambiente não apenas de seu próprio território, mas das várias colônias que dominou mundo afora. Quantas florestas o Green Peace está preocupado em plantar em seu próprio país? Que a exploração do Pré-Sal no Brasil seja acompanhada de rígido controle e estudo de impactos ambientais, que se desenvolva tecnologia (e tecnologia BRASILEIRA) não apenas para perfurar a camada de sal, mas para assegurar o desenvolvimento sustentável do país. Agora, quem vai estar à frente desse processo são os brasileiros, não podemos abrir mão de uma riqueza que pode significar um salto para nós, que pode reparar nossas deficiências em Saúde, Educação, que pode transformar o Brasil num país exportador de tecnologia. Sinto muito, mas o Governo Brasileiro não deve satisfação a ONGs estrangeiras, financiadas pelos governos de países ricos (que têm seus próprios interesses).

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