Fotografia imaginária de Guilherme Ferreira

Nesta série de imagens apresentada por Guilherme Ferreira, já no título, o artista nos coloca no jogo das “Fotografias Imaginárias”. Apesar da suposta oposição entre realidade e imaginação, e da preferência comum em associarmos a fotografia ao real, é no espaço da imaginação e da memória que ela parece atuar com mais frequência. Quem nunca imaginou uma fotografia, na ausência de uma câmera, ao olhar para uma paisagem? Ou então reviveu a memória de um acontecimento pela imagem de uma fotografia?

Qual o lugar da fotografia se não na imaginação?
Qual o lugar da imaginação se não na fotografia?

A imaginação e a memória são os lugares que marcam o nascimento e a morte da imagem fotográfica. E o que encontramos no caminho entre estes dois lugares? O real? A realidade? Quem se importa…no espaço da arte e da criação tais palavras encontram significados distintos e nelas moram a desconfiança! O jogo então entra em ação no olhar sobre estas imagens e nas possibilidades de invenção. Vemos um personagem enigmático que nos guia a mundos distintos, que nos transporta para paisagens limítrofes, que encontra outros seres humanos, animais e máquinas.

Guilherme Ferreira nos transporta para este lugar criado com extrema minúcia e cuidado para nos fazer imaginar e sonhar seus sonhos fotográficos.

Texto de Clarissa Borges

A fotografia imaginaria de Guilherme Ferreira (1) A fotografia imaginaria de Guilherme Ferreira (2) A fotografia imaginaria de Guilherme Ferreira (3) A fotografia imaginaria de Guilherme Ferreira (4) A fotografia imaginaria de Guilherme Ferreira (5)

Guilherme Ferreira apresenta seus trabalhos, de 7 a 12 de agosto de 2016, em Uberlândia/Minas Gerais. Saiba mais aqui.

Página Cultural

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