O dia em que o martelo voltou para os homens

Sentaram-se cada qual em seus lugares. Batida. A porta fronteada para o hall daquele juízo imponenciou com suas fechaduras para o lado de fora obstando que qualquer um entrasse dali em diante. Ordem. Essa fora palavra proferida com casuística inicial de conduzir o réu até seu devido banco. Barulhavam-se conversas estreitas e finas das cadeiras do júri e o corpo exumava a vontade ausente de ali estar presente que se estampava nos rostos plácidos e irresolutos para qualquer que fosse aquela condenação. Se a rapidez em culpar, que assim seja! As vias expressas iriam lotar nas fileiras da hora do rush e atrapalhariam os afazeres tão supérfluos e inúteis que a maioria estaria presente logo após.

Analisava os autos alvitrados em sua mesa no soslaio dos olhos, porquanto cambaleava aquele magistrado na permanência de estar já farto e entupido daquele próprio serviço. Causava miudezas entremecidas nos seus pensamentos cotidianos na redomagem dos olhos alinhados nas moçoilas que formavam platéia para a audiência. Curvou-se naqueles pensamentos obscenos de estar nas lascívias carnais e eivava agora um mundo profano e obsceno. Em viagens ilúcidas no cosmo lúcido da vertigem de mergulhar em sonhos plausivelmente reais. As imagens filmerógenas perfilhavam no meio do ruidoso som da argumentação. – “Peço à vossa excelência que coiba as atitudes da promotoria que se externam demasiadamente desnecessárias.” −. E vossa excelência acampou-se de fulcrar mais naquele real do que no desejo posterior para bradar e exigir as palavras de ordem. Mas gritos de ordem eram dados desejamente para as imagéticas quase virgens acoraçãoadas nos intimistas desejos.

Então procedeu-se àquela narrada padrão do fato do causídico no discurso maquinado. – “Na data de 23 de Fevereiro de 2013, por volta das 19h, encontra-se o corpo de Eleanora de Almeida com sua vida ceifada pelo cônjuge Adalberto Caeiro. Réu confesso. Motivado por ímpetos passionais e pessoais…” −. Do banco dos vinte e cinco, estivera um deles presenciando o relógio em incansáveis minutizares espaçados por pequeninos interstícios nas repentinas indagações de quanto tempo mais para enfim golar um cervejado copo com companhia de um barulho. E de outro, que enfileirava-se nas atualidades de seu telemóvel aproveitando aquele que era tempo ocioso para entreter-se com meandros de uma jogatina. Sabe, dali para aquele banco dos vinte e cinco também estavam todos quase que afoitos para estarem fora daquela saleta e  ocuparam-se das mais diversas relações, e que pouco se importavam na justa ou correta decisão, somente com a celeridade.

Digo das almas daquelas pessoas vestidas com alpercatas da individualidade e que sorriam mesmo apenas nas inutilezas sutis. Das leituras até os ditos, apregoava a indiferença para que sentado ali havia alguém, que tanto poderia ser culpado como não. Nas falhas e nas tardações acima de tudo, que pálidas presenças quase que deixam a saleta dali presente apenas por um acusado. – “[…] Confessa o reú manifestamente que matou a título de envenenamento a vítima. A substância em questão fora achada no automóvel do autor, juntamente com uma nota de comprovante do pagamento em crédito em uma farmácia do centro. Sem maiores esclarecimentos, deixou apenas certo de que o crime fora frio, calculista, premeditado para que sua companheira jazesse nos conluios infernais por puro prazer egoístico […]”. Vibra um telemóvel celular e uma dos jurados exclama em teor enérgico que impacientara-se com a demora e que perderia seus compromissos de beleza marcados de forma antecedente. Pronunciava-se vazia as palavras da acusação enquanto o próprio promotor ditando o caso em palavreado, pensava em quantos dias riscados ainda viriam para poder estar em suas férias no Caribe. Concluo sábia decisão: a justiça em pensamento se afasta dela mesma sempre. Saiba que se os leitores necessitarem dos auxílios da lei, como última razão terão dela que recorrer.

Tick, tick, tick… Na sala de audiência silenciava-se quase que por tudo, exceto pelo eco do relógio. Tempo passou diante daquelas vazias mentes e desesperados por uma logo decisão, esquecidos muitos de que se tratava o caso, julgou-se culpado, num frenesi que estivera presente desde o início daquele julgamento. Condenado. Foi-se aí que ergueram-se nas solenidades e dirigiam-se todos para aquela mesma imensa porta que envolvia a opulência da justiça para os de fora. Trancada. Tentativas insucessas,e parecia até que a fechadura tivesse sido modificada no decurso daquelas horas incansáveis. Volveram-se para as janelas e um dos jurados gritou em som alto – “Estamos todos presos, pois nem mesmo uma janela sequer pode-se abrir.” −. O alvoroço tomava conta daquela multidão que fora se aglomerando e desesprando, como se todos, por aquela decisão, estivessem condenados ao cárcere perpétuo junto ao réu. –“Ordem, ordem!” −. Bradiu o juiz com sua voz perplexa e ainda irresoluta do conhecimento situacional do presente momento. Trancafiados. Caídos no despero da própria decisão talvez tomada de forma equivocada.

− “Imperdoável esse tipo de acontecimento, exijo claras explicações.” −. Assumiu um tom enérgico aquele banqueiro jurado, que perdia a cada minuto em centavos de fazer fortuna nas apostas que corriam com seu futuresco jogo de cartas. Com ar de desdém, empreitou-se em tentar quebrar a fechadura da porta com uma das cadeiras do salão, mas teve imenso fracasso e insucesso. Ali, naquele ambiente mais do que sórdido, estremecia um pavoroso súbito de esquecimento pelos mundanos de fora. –“Vão perceber nossa demora e alguém de fora virá abrir.” −. Outro jurado mencionava na esperança de que alguém entreolhasse pelas transpassagens de uma única janela de vidro que fronteava o saguão principal. Foi então que passava um oficial pelo lado de fora, e nesse momento estremeceu um borbulho de euforia pelos que estavam ali presentes de começarem a gritar e a bater no vidro em monstruosas batidas de socorro, que ensurdecia até mesmo os mínimos insetos que habitavam as frestas do antigo prédio do Fórum. Passou o oficial não simplesmente como se não houvesse percebido ou em maneiragens desatentas; passou como todos passamos pelas coisas que inexistem, sem ao menos procurar. Suspiros e calafrios extasiados num medo e raiva atacavam as pessoas que ali estavam e tomaram-se enfuriados pelo momento e bestializados como animais encarcerados no universo de seus estados de natureza.

O réu presenciava aquele emaranhado de discussões numa impassividade calada, enquanto até mesmo o magistrado já apresentava nervosismos notórios e uma náusea repugnante de ter que continuar naquela inóspita selvageria. Alguns desabaram em chorar aflorando as melancólicas crianças que cultivavam em seus interiores e tentavam esconder das aparências sociais. Outros, imergidos num medo, escondiam para proteger os pequenos espaços que conquistavam daquele território e os poucos recursos que queriam cultivar.

– “Como é que pode estarmos todos presos assim sem motivos? Há de eu reclamar para o competente acerca disso, é um absurdo tratar pessoas como nós, cidadãos honrosos e chamados para um dever, dessa forma.”

− “Pois olha quem é que está dizendo, se não o patife de um calhorda desse banqueiro. Já me aguentei por muito esperando sentado ao seu lado, sorrindo para que imaginassem que fôssemos singelos conhecidos. Se me colocaram no inferno, esqueceram de me avisar onde é que eu estava entrando. Preso com um puto de um beberrâo que desgraça todo o dinheiro do banco negando empréstimos e apostando na mal sucedida jogatina viciada.” −.

− “Ora essa, como ousa falar assim comigo! Se lembra muito bem, sei de suas secretas libidinagens com as ninfetinhas daquele pequeno inferninho, ah se sei! E muito quer se apressar porque é toda terça-feira que vai resolver os muitos contratos de seu escritório naquelas camas da impuritanidade.” −. Assim enervou o clima e se foi apartando os espaços até um partir para as agressividades com o outro, rolando os pequenos degraus que separava o banco dos réus dos demais espaços. Pois veja, eu creio que num ambiente exagerado assim de hormônios da nervura, não se mostra tão imprudente realizar atos de tamanho escrúpulo. Ora essa, quiçá o que se espera de uma apoderação dos sentidos assim? A atmosfera estava sombria, tão nefasta a ponto de como se o ambiente estivesse submergindo num vórtex transuniversal para um longíquo cosmo. – “CHEGA!!! Basta de tamanha balbúrdia entre os civilizados. Já não basta a Justiça ser uma selva, vocês querem transformar-se em bestas irracionais?” −. Surpresamente cravou o réu palavras que emudeceram todo o lugar.

Houve um remetimento de cada qual para um lugarzinho da sala e o silêncio plainou sob o horizonte audível por minutos inexpressivos na contagem e infinitos nas delongas morais de cada um. Se eu estivesse presente em cena, teria certeza de que o balbuciar mínimo de uma tentativa de falar e a respiração ofegante de alguns estariam ensurdecendo-me de tão alto. Aquele ambiente incomodava a maior parte dos presentes por despir as vestes cegadoras dos olhos da Justiça. – “Vos direi, sem maiores delongas, o que guardei até que o momento fosse oportuno: esse julgamento está errado e sou inocente.” −. Pasmem que em meio a utopicidade da condição atual, o réu ainda ergue-se num ato quase que revolucionário para proferir suas palavras de ordem e encampar um cenário mitigado pela mentira. Os tribunais são todos vocacionados para as mentiras. – “Mas quem pensa ser esse indivíduo a falar assim de forma tão ultrajante. Melhor eu mesmo dar uns esporros em sua cara.” −. O banqueiro tinha paciência cada vez mais curta e direcionava seus punhos frente ao réu. Interveio pela primeira vez naquele processo o magistrado: − “Afasta-se, e deixemos que ele fale. Todos nós nesse momento precisamos ter voz. Ninguém sabe o que se passa agora.” −.

Semblanteava uma magistral paz e despreocupação perante o inesperado, mas em verdade o corpo inteiro do magistrado bambeava de um sinistro espectro de medo. Compôs as partes litigantes como um próprio processo, sem mesmo saber se no mundo em que agora estavam aquilo poderia ser chamado de processo. Deixou que as coisas se ajuntássem em sua forma mais que natural e corressem neutramente.

− “Pois eis que estamos todos presos dentro de nossos próprios pecados e os escribas do destino talvez tenham justaposto propositalmente o inusitado. Digo: não sou culpado e aponto meu dedo para aquele que realmente cometera o homicídio.” −. Da lonjura dos dedos se podia ver o apontar para o banqueiro enrraivecido do júri agora transmutado em plateia. – “Seu patife, como ousa…!” −. E outros três jurados seguraram aquele corpulento homem enquanto o réu terminava de pronunciar: − “Eu não matei minha esposa. Tivera motivos, mas não matei. O culpado senta ali, diante dos olhos de todos aqueles escárnios desvirtuosos que almamente longeavam em outros afazeres e desimportavam-se com a justiça. Pois que as testemunhas confirmem esse meu relato!” −.

Havia duas testemunhas presentes naquele julgamento e ao ouvirem menção a elas, logo esgueiraram-se para frente ao centro do magistrado. Mudamente estranhas abarcavam irrespostas que tentavam apenas afirmar em “Já disse tudo o que sei”. Ah, se dissera pouco ou muito, como é que vamos saber? Trabalho psicografante é estar diante das decifrações do inconsciente de alguém. – “Digam, vamos, comece a dizer toda a história para que o resto entenda que ELE é o verdadeiro culpado.” −. Nas rosnações do jurado, acalmado pela senhora aristocrata ao seu lado, uma das testemunhas fez prosear: − “Olha, vou mesmo repetir o que já disse naqueles depoimentos. Três dias antes do fatídico dia da morte, estava no estacionamento daquele boulevard perto do bairro novo. O carro do réu estivera estacionado por um tempo bem próximo da farmácia e o vi saindo daquela direção e voltar para seu carro. No dia da morte, provou-se que a substância do veneno fora comprada naquela mesma farmácia e havia uma nota de pagamento com cartão de crédito no carro com o mesmo valor.” −.  Nada mais, hein, será que não teria nada mais?

Das minhas palavras narradas foram quase que paráfrase do que o réu adiantou-se para dizer findado o depoimento. O restante das pessoas ficaram minuciando comentários sobre as manipulações. O magistrado sentia um algor de ânsia e estranheza, porque mais estranho que estar naquela diferente calamidade, era ter-se quase um novo julgamento em andamento. Pois que fosse seu dever deixar que adiantasse todo o contraditório, as partes precisariam dialogar. – “Tem certeza de que só havia uma pessoa nessa ocasião, tem certeza mesmo?” −. Opôs olhos magníficos de sabedoria enquanto tentava extrair o que queria ouvir daquelas testemunhas. Calada, a boca imovia-se. Diante disso, a outra testemunha assentiu que deveria pronunciar. – “Havia outra pessoa.” −. E apontou outra vez para aquele que todos temiam.

− “Calúnia, calhorda, imbecil! Exijo que vossa excelência intervenha, pelo bem da moralidade!” −. E o juiz abaixou sua cabeça, pois agora estava presente num cenário de angústia lembrando seus julgamentos pretéritos e indagando-se “e se…”; e se por toda sua vida a justiça, que zelou por tanto, evadiu-se por completo de seus ordenamentos? Oh, cruel dúvida, e aquele cenário das sombriedades revivia em cada um o animelesco espécime que guardava segredamente em cada essência interna. Jogou-se de sua cadeira e desmaiou-se num súbito deixando aquela realidade incerta para quem sabe outra mais ainda. – “Mas o que se passa… ?!” −. E o réu sorriu, ao advertir os outros com sua malícia dentária como se pudesse prever cada movimentação e cada signo íntimo que cada um estivesse pensando. –“Fale mais, faltam informações para o caso.” −.

− “Olha, eu me lembro apenas de acrescentar que quando você chegara até seu veículo, estivera o banqueiro diante da porta de seu carro e disse ‘Perdoe-me, acho que confundi meu veículo’. Foi assim” −. E agora resposteava os olhares do réu àquele banqueiro não de fixação paranóica, mas de relembração de estar diante de um conhecido fatídico. – “E o que isso tem a ver com o caso? Todo mundo já errou de carro. Que prova isso tem de homicídio?” −. Foi então que abertamente, a testemunha que ressoava em sempre esconder um quê de sabedoria a mais, vendo a condição do próprio magistrado, queria vomitar ao menos uma verdade em sua vida e tentar passar nem que fosse num singelo momento uma benesse para outrem. Suspirou, e nas ofegações contínuas, subiu em uma cadeira e começou a gritar: − “Eu vi! Eu vi! Eu vi! Eu vi! Eu vi! Eu vi! Ah ele estava lá dentro! Entrara com chave falsa no veículo do réu para depois sair ligeiramente quando nosso acusado se aproximava e falou aquelas palavras desculpáveis friamente. Eu trabalho lá na lojinha de perto da farmácia! Ah eu vi! Eu vi! Quero mesmo fazer o bem para justiça! Eu quero!” −. A fala da testemunha confuseava em palavras enrroladas e ênfases em interjeições, pronomes e verbos secos. Foi-se ofegando cada vez mais até ao ponto de rumar ao chão desmaiadamente junto ao magistrado.

−E que prova há de você ter que coloquei aquele comprovante em seu carro? Pode-se vender inúmeras coisas numa farmácia que não um artefato de morte! Caluniadores, todos vocês!” −. E olhava o clockear de seu relógio no enfurecer de ver que a perda de tempo naqueles conflitos e situações inusitadas lhe faziam perder cada vez mais dinheiro. Oh, pobre jogo de cartas. Um vício pode ser tão danoso para o homem! Do outro dano, aquilo acirrava-se cada vez mais, e os outros jurados que antes estava preocupados em perquirir uma saída para situação daquela movimentação, perquiriam agora detalhar qual seria o desfecho daquele novo e verdadeiro julgamento. O reú levantou-se calmamente e foi desabotoando a camisa com a qual estava vestido e diante de seu abdômen, era possível ver marcas de picadas de agulhas, pois nosso réu era diabético e comprava mensalmente uma dose específica de insulina que não era fornecida pela saúde pública. Botou as mãos no bolso de sua calça e levantou uma nota de comprovante de compra à crédito feita naquela mesma farmácia, com o mesmo valor e na data de três dias antes do factual homicídio. Cheque-mate.

Perplexos, o restante daquelas pessoas indubitalvemente estavam chocadas diante do inesperado desfecho. Sem desistência, raivou aquele banqueiro e colocou-se a argumentar mais acidamente ainda. – “Ela merecia! E você ainda se vangloria de querê-la com vida, uma esposa que o traía! Ela jurou por um tempo que seríamos felizes, mas sua vontade de fazer uma família voltou sua escolha para você. Inadmissível, ela me amara, nunca você. E esse ímpeto de desgraça foi pouco pelo que ela merecera, pela miséria que me fez passar nos becos dessa cidade vadiando embebidamente. Chega! Você também tinha todos os motivos, e seria o crime perfeito!” −.

Alcançou o réu até o centro da sala, deixando um pouco espaço entre ele e o banqueiro. Ajoelhou-se e queria se queixar de todo aquele alvoroço acontecido, das passagens desesperadas e desgraçantes que a vida lhe mostrara. Ajoelhou e rogou como se fosse uma prece própria para mostrar ao universo que “Meu amor, apesar de tudo, eu sempre te perdoei”. Ele se compunha naquelas lembranças bucolisantes das primaveras da paixão e dos confins despreocupados. Alçou voo para tentar chegar ao distante mundo em que ela estava agora só para que ela ouvisse que ele lhe perdoava. Porque assistia todos os dias solitário, numa solidão doída, mas que era melhor do que viver rumando ao destino final sem perdoar a quem ama. Po fim sorriu, dessa vez sem malícia, porque o lagrimar do choro era de estar livre com seu perdão. O banqueiro enrubesceu de ódio e partiu para cima em vontade necandiosa. Fez bradir então aquele martelo do juiz por duas vezes na cabeça do banqueiro, escorrendo sangue para lavar aquele julgamento, mas deixando de profanar sua vida para que agora, sim, a Justiça viesse a finalmente fazer seu papel. Trataram os outros réus de colocá-lo noutro canto, e naquele mesmo instante as portas da sala se abriram por força de alguns policiais e oficiais do lado de fora. Dizem que a história ficara noticiada nos mais diversos noticiários e até nos manuais jurídicos presenciava-se como um marco da revolução de uma nova Justiça. Dizem muita coisa. Mas de uma coisa posso lhe certezar: a Justiça passou agora dos que se acham serem deuses para aqueles que são verdadeiros homens.

Marco Aurelio Souza Mendes

Marco Aurelio Souza Mendes

Nascido na cidade de São Paulo, em 1994, atualmente cursa o bacharelado em Direito na Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Atua no meio literário com o pseudônimo de Aurélio Mendes. Possui uma coletânea de contos publicada pela Editora Multifoco chamada Pensamentos Singulares (2013) e uma novela política pela Editora Subsolo, Abapanema: o lugar das coisas ruins (2015). Em processo de editoração de sua terceira obra, "A manhã de J.H. e outros contos" pela Editora Subsolo, fruto da aprovação pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura (2015).

1 Comentário
  1. Como diz o velho ditado popular: “a justiça tarda mas não falha”
    Parabens!!!!”

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