Estranhas Galinhas
O Grupontapé de Teatro, grupo mineiro de Uberlândia – MG, estreia seu mais novo espetáculo: “Estranhas Galinhas” nos dias 04, 05, 06, 10, 11 e 12 de dezembro, sempre às 20 horas na Escola Livre do Grupontapé de Teatro (Rua Tupaciguara, 471 – Bairro Aparecida), dentro das comemorações de aniversário do grupo. O espetáculo foi contemplado com o “Prêmio Funarte Myrian Muniz” em 2008 para a execução do projeto em 2009 e é fruto de uma parceria entre o Grupontapé e o diretor de teatro Fernando Limoeiro que, desde 2007, sonharam juntos a concretização desse sonho! Antes da estréia o Grupo fez cinco ensaios abertos para a comunidade artística e escolas públicas. O grupo já foi convidado oficialmente pelo presidente da Cooperativa Paulista de Teatro, Ney Piacentinni (Cia do Latão/SP), a participar de uma das mais importantes mostras de teatro do país: “Mostra Latino-Americana de Teatro de Grupo”, que acontecerá em Abril de 2010 em São Paulo/SP.
*Este espetáculo é Indicado para maiores de 16 anos
O causo
Vivendo isoladas dos olhares do povo, três irmãs devotas e seguidoras de São Roque, se veem diante do imprevisível e buscam em outros olhos, a cumplicidade de cada momento daquela semana de carnaval em Santo Antônio dos Conjurados.
Ficha Artística e Técnica
Direção: Fernando Limoeiro e elenco
Texto: Fernando Limoeiro
Elenco: Katia Bizinotto, Katia Lourenço, Marcelo Ribas e Teta Campos
Assistência Artística: Cláudia Miranda
Projeto Cenográfico: Paulo Merísio
Cenotécnico: Flávio Arciole
Marcenaria: João Gonçalves
Sistema Roldanas: Mário Roberto Bizinotto
Contra-regras: Sebastião Patrício, Marcelo e Saulo
Figurino, Objetos de cena e Adereços: Flávio Arciole
Confecção: Glaucivania de Oliveira
Camareira: Maria Aparecida Tinoco
Iluminação: Alexandre Galvão
Assistente de Iluminação e Op. de Luz: Juliano Rodrigues
Produção e Composição Sonora: César Lignelli
Canção de Abertura e Letra: Fernando Limoeiro / Música: Luis Salgado
Operador de Som: Thiago Xavier
Preparação Corporal: Vanilton Lakka
Secretária: Aline Gonçalves
Serviços Gerais: Deuzelina Alves / Maria de Fátima
Produção Geral: Balaio do Cerrado Produtora
Produção Executiva: Rubem dos Reis
Assistente de Produção Executiva: Marisa Cunha
Produção Artística: Katia Bizinotto
Assistentes de Produção Artística: Eder Florêncio, Douglas Couto
Assessoria de Comunicação: Remi Lima
Designer Gráfico: Adriana Retamal
Fotografia: Vinícius Carvalho e Douglas Soares
Registro Videográfico: Marcial Rezende
Idealização: Fernando Limoeiro e Grupontapé de Teatro
Realização: Grupontapé de Teatro 15 Anos
Incentivo: Funarte, Brasil para todos
Produção: Balaio Produtora
Parceria: Rede Integração
Apoio: Takey Sports, Jornal Correio, Trupe de Truões
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Assisti a peça e sai de lá assim: Hã? O que? Como assim? Que é isso? Viagem total na maionese
texto denso e na minha opinião totalmente nonsense. Pra galinhas estranhas mesmo.
Nó…. que viagem pesada hein?
Sem nexo e sem plexo.
sem começo meio e fim….
nem as galinhas são tão estranhas…
Uma reflexão…
Texto ruim ou pláteia despreparada?
Platéia despreparada não existe, não se prepara uma plateia so plateia de programa de tv (silvio santos, faustão) que fazem quase a brincadeira o mestre mandou….., acho equivocada a colocação de Valéria, a plateia simplesmente assiste, gosta ou não e tem aqueles que ficam no mais ou menos…. Assisti achei tudo perdido: texto, atores, cenário e figurinos são bons, mas perdido tb o dinheiro que poderia ter sido melhor utilizado…., ultimamente os espetáculos deste grupo estão em total decadência ressalva 1 ou 2 por ano, faz o projeto, ganha dinheiro e não se ve qualidade, pena que isso acontece muito com eles, texto ruim, texto mal direcionado não me surpreenderia se o diretor tb fosse o outro do espetáculo as criadas que nítido se via a copilação dele no espetáculo Rainha do rádio “eu acho que era este nome”, triste quando vc ve pessoas que tem a faca e o queijo na mão e faz mal uso dos mesmos, vamos fazer teatro de qualidade, ao mesmo tempo que se consquista plateia vc tb a destroi…
sem recentimentos e vamos aceitar as criticas como forma de crescimento profissional…..
Ou a platéia gosta ou não gosta.
Mas também é fato que determinados espetáculos ( o mesmo acontece com a música e outras formas de expressão artísticas ) são direcionados a um público mais iniciado ou que tem uma afinidade maior com aquele tipo de linguagem.
Nem todo mundo gosta de música clássica e nem todo mundo gosta de música eletrônica. Mas tem gente que adora música clássica e gente que adora música eletrônica.
È o caso destes espetáculo. Ouvi comentários e fui assistir.
Achei bem difícil. Me incomodou. Me deixou desconfortável. Mas gostei bastante. Parece que a idéia era esta mesmo. Causar um estranhamento.
A peça tem uma proposta e é coerente com esta proposta. Achei que foi bem executada.
Os atores, o cenário, o figurino, a trilha, o texto e tudo o mais me agradaram bastante.
Pude perceber pelos comentários no final que aquelas pessoas mais familiarizadas com o teatro gostaram mais do que aquelas que consomem teatro de uma forma mais eventual.
Isto foi uma percepção minha nada científica mas foi o que me pareceu.